terça-feira, 25 de novembro de 2014

A invasão da França

A invasão da França 


   Em 14 de Junho de 1940 a Alemanha invade a França, demitindo o presidente Albert Lebrun.

  Philippe Pétain (1856-1951), que era um Marechal da França, assume a chefia do Governo e, confrontado com o caos em que se encontrava o Exército francês, resolve capitular em Julho de 1940 assinando um armistício com os alemães no dia 22, em Rethondes. Este governante concordou com o regime colaboracionista de Vichy, sujeitando-se às imposições dos nazis.

A invasão da Polônia


A invasão da Polônia

   Na década de 1930, o clima de tensão pairava na Europa. A expansão dos regimes autoritários na Itália e na Alemanha criava certa instabilidade no continente. A situação era consequência ainda da Primeira Guerra Mundial, que afundou os derrotados em conjunturas delicadas. Nesta época, o país mais prejudicado foi a Alemanha, que passou a ser liderada por Adolf Hitler na década de 1930
   A Invasão da Polônia pelos nazistas ocorreu no dia primeiro de setembro de 1939. A operação, também chamada de Operação Fall Weiss, teve início logo nas primeiras horas da madrugada quando um encouraçado alemão abriu fogo contra as guarnições polonesas. Poucas horas depois, tropas nazistas já avançavam pelo território polonês pelo Norte e pelo Sul. Os acontecimentos desse dia, vieram na sequência de um ano até ali cheio de movimentações e tomadas de posição que pareciam aproximar a Europa da guerra. Em 1938 a Inglaterra e a França, tentaram apaziguar Hitler, dando-lhe parte da Checoslováquia. Em Março de 1939, Hitler conclui o negócio ao ocupar a Morávia e a Boêmia (atual República Checa).
   A seguir à tomada desta parte da Europa, Hitler volta-se para a Polônia exigindo a devolução do chamado corredor de Danzig, que ligava a Polônia ao mar do norte, mas o objetivo de Hitler é claro: Varrer a Polônia do mapa.
   Os nazistas argumentaram que a invasão era uma resposta a um ataque polonês feito a uma estação de rádio alemã. Entretanto, ficou provado mais tarde que era apenas um pretexto para invasão. Contra os ataques alemães, França, Reino Unido, Canadá, Nova Zelândia e Austrália declararam guerra aos nazistas, no dia 3 de setembro. No mês de setembro, no dia 17, a União Soviética declarou guerra à Polônia e invadiu o país também, pelo Leste. A Segunda Guerra Mundial começava então a tomar forma.

Eixo X Países Aliados


Eixo X Países Aliados 


O grupo do Eixo , que era dividido da seguinte maneira : Alemanha , Itália e Japão formavam a tríade a ser
 combatida na guerra. Além desses três principais países , outros países e grupos organizados completavam o bloco. A Bulgária, Hungria e a Romênia formavam o segundo escalão entre os Países do Eixo. Tailândia e
Finlândia integravam uma coligação ativa com o Eixo. Eslováquia, Croácia , Albânia e Manchúria tinham papéis submissos . O Eixo ainda contava com ações de grupos nacionalistas.
   O grupo dos Aliados, que dividia-se em: Estados Unidos , União soviética e Reino unido sendo os principais países do lado dos Aliados, além de mais 49 Países , tais como : Polônia , China, Brasil e Cuba.
   Ainda restaram oito países , que permaneceram
 neutros durante a guerra, são eles : Portugal, Espanha,Suíça,Vaticano,Andorra, Irlanda, Suécia e
Liechtenstein.
    Mesmo com o imenso número de ataques e mortos nos campos de concentração por Hitler, quem
 obteve a vitória foram os Aliados.

Nazismo

Tomada do Poder Nazista 


Quando explodiu a Primeira Guerra Mundial, Hitler alistou-se no exército alemão e ficou inconformado com a derrota de seu país, que atribuiu à indolência dos alemães fracos e aos judeus. 
Filiou-se ao Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores, o partido nazista. 
Pouco tempo depois já era o chefe da organização, atraindo com seu discurso milhares de veteranos de guerra, desempregados, anti comunistas e nacionalistas. 
Depois da crise de 1929 a classe média e os industriais aderiram aos nazistas, que obtiveram 6 milhões de votos no ano seguinte. 
Com lances de violência e terror Hitler chegou a chanceler em 1933. Teve início o plano do ditador para expandir o seu império para o mundo. 


Ideologia Nazista  


   O Pangermanismo era um movimento político do século XIX que defendia a união dos povos germânicos da Europa central.
Essa ideologia ganhou grande força com o sentimento nacionalista alemão, e logo depois com a unificação da Alemanha.
     O governo da Alemanha seguindo o principio do pangermanismo, buscava  que considerava um espaço vital, isto é, terras e recursos suficientes para que a população alemã pudesse se desenvolver.
 O primeiro passo expansionista da Alemanha foi a anexação da Áustria, em 1938. Nesse país, havia uma grande quantidade de germânicos, que falavam alemão, e muitos deles receberam com alegria os soldados alemães. A situação econômica da Áustria era péssima, com muitos desempregados; enquanto a propaganda nazista passava a ideia de que a Alemanha estava prosperando 


Incêndio do Reichstag 

     Um mês após a nomeação de Adolf Hitler para o cargo de Chanceler da Alemanha, o prédio foi incendiado
Em 27 de fevereiro de 1933, o Reichstag, em Berlim, foi ateado em fogo e, como resultado, foi visto como o acontecimento crucial para o estabelecimento da Alemanha nazista. Às 21h25 ,um posto de bombeiros da cidade recebeu uma chamada pois o alarme do Palácio do Reichstag. Quando a polícia e os bombeiros chegaram ao local, houve uma grande explosão na Câmara dos Deputados. A polícia encontrou Marinus van der Lubbe sem camisa, dentro do prédio.
      Adolf Hitler e Hermann Göring chegaram logo em seguida e quando encontraram Lubbe, um conhecido agitador comunista, Göring imediatamente declarou que o incêndio fora causado pelos comunistas.
Para Adolf Hitler tal incêndio correspondia a um sinal divino, tendo chegado a dizer a um jornalista que Você está a testemunhar o inicio de uma grande época da história alemã... Este incêndio é o começo. Depois de Hitler ter visitado o parlamento e ter visto a destruição causada pelo incêndio, houve uma reunião em que este deu ordens muito claras: O povo alemão tem sido pacífico já há tempo demais. Todos os representantes comunistas têm de ser mortos. Todos os deputados comunistas têm de ser detidos ainda esta noite. Todos os amigos dos comunistas têm de ser presos. E isto também se aplica aos Sociais-democratas e ao Reichsbanner!
      Durante muitos anos, fora da Alemanha considerou-se que o incêndio que destruiu parte do Reichstag teria sido provocado pelos próprios nazis como uma manobra de propaganda que os ajudasse a derrotar os comunistas e os outros partidos de esquerda. No entanto, provas descobertas mais tarde provaram que foi Marinus van der Lubbe que havia provocado o incêndio sozinho, tendo Hitler usado tal como pretexto para lançar uma campanha contra os comunistas.



   

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Autoritarismo/Totalitarismo


Autoritarismo e Totalitarismo:


Bem, o Autorismo é uma forma de governo caracterizada pela obediência absoluta ou cega à autoridade. Já o Totalitarismo é um sistema de governo em que todos os poderes ficam concentrados nas mãos do governante. 

Desta forma, no regime totalitário não há espaço para a prática da democracia, nem mesmo a garantia aos direitos
individuais.

Regimes Totalitários:

Bem, geralmente o poder se concentra organizado sob a forma de partido único, montado por um pequeno grupo de pessoas.
A base que forma esse partido é a grande parcela da população (ou seja, as massas), porém o poder de decisão e de
deliberação fica restrito somente aos dirigentes do partido.

Características do regime Totalitário

Partido Único – conduzido por um líder autoritário
Ideologia Oficial – existência de uma ideologia de estado que deve ser seguida por todos os cidadãos

Estado Policial – controle da sociedade por órgãos de repressão política (polícia, exército etc.)
e eliminação de oposições, censura dos meios de comunicação, intimidação (terror) física e psicológica.


Propaganda Estatal – propaganda vigorosa divulgando a ideologia do estado e promovendo o culto aos líderes do regime.
 

Intervencionismo Econômico – economia controlada pelo estado.

















Causas da 2ª Guerra mundial

    O Tratado, que punha fim oficialmente a I Guerra, pretendia devolver a paz à Europa e ao mesmo tempo, eliminar o potencial bélico e industrial alemão, mas criou uma nova realidade marcada pela postura imperialista dos vencedores e pelo fortalecimento do sentimento nacionalista e de vingança na Alemanha.
 A Alemanha foi obrigada a entregar todo seu equipamento bélico, foi obrigado a pagar pesada indenização não somente aos países que haviam sido invadidos, mas também aos EUA, Inglaterra e algumas de suas colônias, fortalecendo o imperialismo britânico.
   O nacionalismo exacerbado que tomou conta de vários países da Europa após a Primeira Guerra, foi uma reação à nova ordem geopolítica imposta pelos Tratados do pós Guerra, principalmente pelo Tratado de Versalhes, que teve efeitos diretos sobre a Alemanha e indiretos sobre a Itália. No quadro do imperialismo desenvolvido desde o século XIX, o papel das colônias era visto como fundamental para o desenvolvimento das grandes potências.
    O nazismo passou a se aproveitar das divisões internas dos grupos que apoiavam o governo e do caos econômico. Hitler começou a conquistar o apoio do povo alemão defendendo uma política de força como solução para os grandes problemas alemães. Sua propaganda era extremamente nacionalista e xenófoba, dirigida contra o comunismo e contra os judeus.
    Podemos considerar que a principal causa que originou a Segunda Guerra Mundial (1935-1945) foi a ideia de Hitler de expandir os domínios territoriais da Alemanha e ampliar, desta forma, a obtenção de poder e recursos materiais (principalmente matérias-primas). Estes objetivos seriam conquistados, de acordo com as intenções nazistas, através da guerra. Estes objetivos militaristas e expansionistas também se faziam presentes, no final da década de 1930, na Itália fascista de Mussolini e no Japão.

   O sentimento revanchista na Alemanha nazista com relação a derrota na Primeira Guerra Mundial. Hitler pretendia desrespeitar o Tratado de Versalhes e reconquistar território perdidos na Primeira Guerra.